LOGÍSTICA | ROTAS
- Detalhes
- Publicado em Sexta, 18 Maio 2012 06:19

Veículos Urbano de Cargas, os chamados VUCs, podem voltar a circular pelo centro expandido de São Paulo durante todo o dia. | Foto: Reprodução
São Paulo libera circulação de caminhões leves no centro da cidade
O prefeito Gilberto Kassab (PSD) liberou a circulação de caminhões menores pelo centro expandido de São Paulo durante todo o dia. O decreto publicado nesta quinta-feira no Diário Oficial do município permite que os chamados Veículos Urbano de Cargas (VUCs), com no máximo 5,5 metros de comprimento e que transportam até 4,5 toneladas, rodem por avenidas importantes como a Rebouças, Paulista, São Luís, Prestes Maia, Nove de Julho, Santo Amaro e Cidade Jardim.
Segundo o prefeito, a liberação faz parte do processo de "melhorar o trânsito e organizar o abastecimento na capital".
Até ontem, esses veículos só podiam rodar pelo centro fora do horário de pico, das 10h às 16h. Agora, a circulação foi liberada em todos os horários. Os caminhões, porém, vão ter de respeitar o rodízio municipal de placas.
ECONOMIA | BANCOS
- Detalhes
- Publicado em Quinta, 17 Maio 2012 21:20

Os bancos privados subiram algumas das tarifas de serviços mais usados pelos consumidores após anunciarem as reduções nas taxas de juros para empréstimos. | Foto: Reprodução
Banco privado eleva tarifas de serviços após cortar juros
Levantamento feito com dados do Banco Central comparando as tarifas cobradas em 2 de abril e em 14 de maio, após os cortes nos juros, mostra que as tarifas cobradas para saques de conta corrente e poupança (feitos no guichê além do mínimo permitido gratuitamente) subiram 11,88%.
Os extratos mensais feitos no caixa ou por outras formas de atendimento pessoal (após o mínimo oferecido gratuitamente) tiveram alta de 14,21% na média.
A tarifa que mais aumentou foi a cobrada para venda de cheque de viagem ou emissão de cartão pré-pago em moeda estrangeira. A tarifa mais que dobrou: passou de R$ 21,2 para R$ 42,67 (aumento de 101,27%).
Somadas todas as tarifas, o aumento médio foi de 1,56%.
ECONOMIA | AGRONEGÓCIO
- Detalhes
- Publicado em Quinta, 17 Maio 2012 21:11

Duzentos e trinta e oito municípios estão em estado de emergência. Vitória da Conquista, no sudoeste, começou a fazer racionamento de água.| Foto: Reprodução
Prejuízos com a seca na BA chegam a quase R$ 100 mi, calcula governo
O governo da Bahia, através do Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícula, calcula que os prejuízos com a seca no estado até hoje cheguem a quase R$ 100 milhões. As pastagens secas castigam praticamente todo o rebanho de caprinos, o maior do país com 15 milhões de cabeças. A produção leiteira também sofre.
No norte do estado, uma das regiões mais atingidas, os produtores de feijão lamentam as perdas. “Todo ano a gente colhe em um hectar seis a oitos sacos de caroços. Esse ano está desse jeito”, disse um agricultor.
Os números são da Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola (EBDA). Segundo o órgão, o prejuízo no estado com a seca pode chegar a um bilhão de reais nos próximos sessenta dias, caso o cenário atual não mude. Os setores mais atingidos pela seca, ainda de acordo com a EBDA, são o da pecuária. Até agora, houve um déficit de cerca de R$ 560 mil por causa da morte de bovinos e de aproximadamente R$ 302 mil com a redução do peso do gado. Os prejuízos com a redução na produção de leite no estado passa dos R$ 100 mil.
Duzentos e trinta e oito municípios baianos estão em situação de emergência por causa da seca, a pior dos últimos 47 anos.
ECONOMIA | VAREJO
- Detalhes
- Publicado em Quinta, 17 Maio 2012 20:46

No ano, o indicador tem alta de 10,3% e, em 12 meses, de 7,5%. Apesar da alta, volume de vendas caiu em 6 das 10 atividades pesquisadas.| Foto: Reprodução
Vendas no varejo crescem 0,2% em março, mostra IBGE
Depois de terem recuado em fevereiro, as vendas no comércio varejista brasileiro voltaram a subir em março, registrando leve alta de 0,2%, de acordo com pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgada nesta quinta-feira (17). No ano, o indicador tem alta de 10,3% e, em 12 meses, de 7,5%. Na comparação com março do ano passado, o varejo cresceu 12,5%.
Em março, a receita nominal de vendas cresceu 0,3% em relação ao mês anterior. Sobre o mesmo período do ano anterior, a alta é de 15,4%. Já no ano, o indicador acumula avanço de 13,9% e, em 12 meses, de 12,1%.
Quanto ao desempenho dos ramos do comércio em março, o volume de vendas caiu em seis das dez atividades pesquisadas: combustíveis e lubrificantes (-0,3%); outros artigos de uso pessoal e doméstico (-0,6%); hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-0,6%); veículos e motos, partes e peças (-1,4%); equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-6,9%) e livros, jornais, revistas e papelaria (–7,1%).
ECONOMIA | VAREJO
- Detalhes
- Publicado em Quinta, 17 Maio 2012 20:36

Declaração foi dada durante reunião com empresários do varejo.Segundo relatos, ele também pediu manutenção dos investimentos. | Foto: Reprodução
Mantega diz a varejistas ter 'bala na agulha' para manter crescimento
Em reunião com representantes do setor varejista, nesta quarta-feira, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que tem o suficiente para “tomar as providências necessárias para manter o ritmo atual” de crescimento da economia, segundo relato do presidente da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), Humberto Barbato. “Se houver qualquer problema, nós vamos intervir”, declarou Mantega, de acordo com o empresário.
Varejistas que deixaram o ministério após o encontro com Mantega disseram que o ministro usou a expressão “bala na agulha” ao se referir a medidas que podem ser usadas para estimular a economia. Mantega, no entanto, não se referiu a ações específicas preparadas pelo governo, segundo os representantes.
Na reunião com o setor para avaliar o impacto de medidas adotadas e das mudanças na conjuntura econômica, como a alta do dólar diante do real, Mantega disse que “tem problemas de espaço fiscal” para conceder novas desonerações, segundo o presidente da Associação Nacional dos Comerciantes de Materiais de Construção (Anamaco), Cláudio Conz. O dirigente afirmou ter relatado ao ministro que “ninguém está encontrando essa redução de juros” anunciada pelos bancos e que a “concessão de crédito está cada vez mais difícil”.
Notícias



